sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Poemas que a Bluemaedel Lê - IV




Está aqui porque traduz (em coisas que não consigo desenhar) o que seria 'confiança' e 'livre arbítrio' para mim, e esse tal de sentir-se estranhamente 'seguro' em meio a tanta insegurança. Sim, bonito mesmo é essa coisa da gente se prender ao se soltar (nesta coisa maravilhosa chamada 'vida').



© 2015 Helena Frenzel. Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons - Atribuição - Sem Derivações - Sem Derivados 2.5 Brasil (CC BY-NC-ND 2.5 BR). Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito à autora original (Para ter acesso a conteúdo atual aconselha-se, ao invés de reproduzir, usar um link para o texto original). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

Um comentário:

  1. Ah, Helena, que lindeza!

    Coração sente-se agradecido por fazer, espero, e por já ter feito um gesto bonito em tua alma, como diz um amigo, com as minhas 'palavrinhas de macarrão'.

    Que seja bonito cada passo e cada verso solto por aí como sementes pra serem germinadas em solo de fértil coração, como o teu. Como o de cada um que se deixa tocar, não somente pela poesia, mas pela palavra em si e por tudo aquilo que ela pode gerar, gestar, contribuir. Por tudo aquilo que ela pode fecundar e parir, ainda que sem pretensão.

    Mas transformar e ser, apenas pelo 'sim'.
    Tão simples.

    Que seja e seja sempre, acolhedor todo (pa)lavrar.

    beijo n'alma,
    Samara Bassi.

    Namastê!

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