quinta-feira, 13 de abril de 2017

As Três Estações da Loucura, Igor Nascimento





Está aqui porque...

além de ter sido um prazer lingüístico e filosófico, a leitura deste livro me deu a sensação de estar diante de uma pintura surrealista. Salvador Dali disse mais ou menos: "A única diferença entre mim e um louco é que eu não estou louco". Bingo! Loucura tem muito mais que ver (pasmem!) com consciência e liberdade do que com racionalidade. Razão e loucura: palavras gastas que o autor recupera em várias perspectivas.



© 2014-2017 Helena Frenzel. Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons - Atribuição - Sem Derivações - Sem Derivados 2.5 Brasil (CC BY-NC-ND 2.5 BR). Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito à autora original (Para ter acesso a conteúdo atual aconselha-se, ao invés de reproduzir, usar um link para o texto original). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Poemas que a Bluemaedel Lê - XI


Está aqui porque...

estes versos ... puxa, como eu queria tê-los escrito, pelo profundo que falam comigo e pelo tanto que mostram de mim.


O livro Arame Farpado, de Lisa Alves, além de ser um prazer literário para quem ama a palavra sagaz, é também uma viva amostra de que a poesia de qualidade resiste e continua florescendo nos contra-movimentos literários na terra brasilis. Salve! Uma ótima notícia para todos aqueles que apreciam atirar-se nas quedas do símbolo e na forja do verso, no sal da lírica que transforma realidades acres e revitaliza olhares, antes, paupérrimos de perspectiva.




© 2014-2017 Helena Frenzel. Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons - Atribuição - Sem Derivações - Sem Derivados 2.5 Brasil (CC BY-NC-ND 2.5 BR). Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito à autora original (Para ter acesso a conteúdo atual aconselha-se, ao invés de reproduzir, usar um link para o texto original). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Notícias boas que não chegam nunca



Ótimas notícias... trouxe-me o segundo livro de Juliana Gervason!

A começar pelo título —notícias boas que não chegam nunca ou notícias que não chegam boas nunca, como preferirem interpretar o jogo de sentidos—, não há vírgula desperdiçada, distraída ou equivocada neste livro. Tudo nele serve ao feliz jogo das distintas interpretações, como permite toda boa poesia e expressão.

O índice já inicia encadeando boas notícias do que se encontrará no restante: espaço para encantamento, questionamento e muita reflexão. Enganam-se aqueles que, pouco acostumados às possibilidades da poesia ou tendo muito apressadamente lido apenas um lado do título ou um só sentido do texto da contracapa, suponham tratar-se dos ditos "recados de amor" ou de um livro de lamentações. Nada disto!

O eu-poético apóia-se na melancolia, é bem verdade, mas a leitura proporcionou-me todo o contrário: fortaleza, clareza de pensamento e urgência de reação. Revelou-se como o registro do duro, porém necessário, crescimento de um eu-poético que, se em Perdoe-me tanto laquê (primeiro livro da autora) já se revelava íntimo e amante do jogo poético, agora mostrou-se muito mais maduro e disposto a entregar-se sem medo à descoberta dos poéticos prazeres das líricas relações; revelou-se como um eu-poético que, nos moldes de Nietzsche, não tem mais medo de olhar para o abismo e muito menos de se atirar nele, não com a esperança de ver o reflexo de si mesmo, mas pela certeza da ausência que o abismo lhe oferta

Um livro  montado com notado esmero e muita sensibilidade, poemas com âmago feminista, mas sem radicalismos e panfletagem; um livro que inspira a resistir e a lidar de maneira racional com o sofrimento, com as decepções e com a inevitável dor de aprender de si e de "tornar-se" sendo.

Essas são "notícias" que eu certamente daria com muito carinho de presente a quem ama poesia, a quem até certo ponto já cresceu e ainda segue crescendo.

Resumindo: amei o primeiro, adorei o segundo e já estou ardendo pelo terceiro livro. E que não tarde a vir!


Notícias boas que não chegam nunca, juliana gervason, chiado editora.


© 2014-2016 Helena Frenzel. Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons - Atribuição - Sem Derivações - Sem Derivados 2.5 Brasil (CC BY-NC-ND 2.5 BR). Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito à autora original (Para ter acesso a conteúdo atual aconselha-se, ao invés de reproduzir, usar um link para o texto original). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Olhei para o Minimoabismo... e "ele" olhou de volta para mim, claro!

Minimoabismo, de Priscila Merizzio, Editora Patuá

Sempre que leio um livro evito pós- e prefácios e busco concentrar-me de início só no texto primário. Ao longo da leitura faço anotações, registro emoções e impressões que o texto me causou. E só de posse de uma idéia própria passo à leitura de outras opiniões. 

E na leitura de Minimoabismo, de Priscila Merizzio, grande foi minha alegria encontrar no posfácio uma análise que corroborou as minhas impressões, que foram as seguintes: 

Quanto mais contato o leitor ou a leitora tiver tido com as mais diversas formas de arte, e com distintas filosofias, creio que mais diálogos ele ou ela poderá estabelecer com os poemas deste livro. Não digo que seja um diálogo fácil, mas com certeza será um diálogo muito rico, porque os poemas neste livro revelam um tipo de poesia que parece vestida de leviandade mas que na verdade leva ao questionamento o tempo todo. Não são poemas para se contemplar e dizer "que lindos!", são poemas que uma vez lidos, com atenção ou não, seguem no inconsciente, incomodando, servindo de combustível à máquina da construção e geram ricas imagens, até mesmo pelas fugas do padrão. 

Durante a leitura imaginei várias performances e movimentos, senti-me como se estivesse percorrendo uma galeria de arte moderna, onde arte não se explica nem se pretende, apenas se sente e se experimenta somente, e amei essa sensação subversiva. No início do livro a autora sugere alguns acompanhamentos musicais com os quais se deve ler os poemas. Eu escolhi Chopin, mas tentarei releituras com as outras sugestões, que são: Nick Drake, Françoise Hardy, Patti Smith, Lhasa de Sela, e as trilhas sonoras de Michael Nyman.

Talvez por essa relação com a música eu tenha notado algo interessante: cada poema é independente, porém em conjunto observa-se que versos específicos, adicionados ao componente musical, permitem ao leitor construir poemas próprios, o que gera na cabeça um efeito que se pode tentar definir como  tridimensional, um efeito parecido ao produzido pelas peças para coral de Palestrina.

Resumindo: pareceu-se ser uma poesia fortemente calcada no símbolo, com temática na dor, na existência e na interação com outras formas de arte, uma poesia que de propósito se aparta e se define como „bicho outsider da manada“, uma poesia de resistência, social, crítica, feminista e trans;  uma poesia com „animus adolescente“, porém madura para Morpheus e outros da mitologia, uma poesia que em sua aridez é surpreendentemente elegante „crivada de Swarovskis“ e que em essência é bílis servida em taça de café. E para quem não vive sem a lírica tradicional fica ainda, do poético-eu, o beijo da psicótica Perséfone. Gostei bastante da experiência e recomendo.

Ah, antes que me esqueça: foi uma agradável surpresa descobrir que editoras brasileiras (como a Patuá) estão dando espaço para textos com uma veia mais artística que comercial. Bravo! Uma esperança para quem já está cansado(a) de entrar em livrarias e nada encontrar de novo e interessante para levar para casa.

Agora, um pedacinho só, pra salivar:

borralho 

jaz ali uma centelha lasciva 
estuprada pelo cara mais velho
e jogada à necrópole das meninas 
que trocaram a candura por rugas 

Minimoabismo, Priscila Merizzio, Editora Patuá, página 25.




© 2014-2016 Helena Frenzel. Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons - Atribuição - Sem Derivações - Sem Derivados 2.5 Brasil (CC BY-NC-ND 2.5 BR). Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito à autora original (Para ter acesso a conteúdo atual aconselha-se, ao invés de reproduzir, usar um link para o texto original). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Poemas que a Bluemaedel Lê - X





Está aqui porque...

fala por si só.




© 2016 Helena Frenzel. Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons - Atribuição - Sem Derivações - Sem Derivados 2.5 Brasil (CC BY-NC-ND 2.5 BR). Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito à autora original (Para ter acesso a conteúdo atual aconselha-se, ao invés de reproduzir, usar um link para o texto original). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Poemas que a Bluemaedel Lê - IX


















Está aqui porque...

poesia é jornada
boa e necessária
jornada não-paga
tocada a palavras
a sons,
a sinas
e a só(i)s.



Obrigada, Lu Narbot, por teus vivos versos.


© 2016 Helena Frenzel. Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons - Atribuição - Sem Derivações - Sem Derivados 2.5 Brasil (CC BY-NC-ND 2.5 BR). Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito à autora original (Para ter acesso a conteúdo atual aconselha-se, ao invés de reproduzir, usar um link para o texto original). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Balanço de 2015 no Bluemaedel Lê

Em 2015, também por falta de tempo, deixei de registrar aqui as impressões de leitura por título. Sigo atualizando apenas a lista geral de leituras de textos literários. Não sei, perdi a vontade de atualizar sempre este espaço, também porque percebi que, para quem deseja de fato trocar idéias sobre livros, uma lista de leituras basta, "menos" significa: mais e melhor. Viva o minimalismo! ;-)

Aqui segue a lista de livros lidos em 2015:
  1. Cinco horas con Mario, Miguel Delibes - * * * Bom+ - Livro impresso (Biblioteca)
  2. Estado de exilio, Cristina Peri Rossi - * * * * (Muito Bom) - Livro impresso
  3. La tregua, Mario Benedetti - * * * * (Muito Bom) - Ebook
  4. Siete noches de insomnio, Elsa Osorio - * * * (Bom) - Ebook
  5. Labirintos Sazonais, Maurem Kayna - * * * * * (Ótimo) - Livro impresso e Ebook
  6. La Sombra del Viento, Carlos Ruiz Zafón - * * * + (Bom+) - Ebook
  7. La civilización del espectáculo, Mario Vargas Llosa - * * * * * (Ótimo) - Livro impresso
  8. Mi país inventado, Isabel Allende - * * * *  (Muito Bom) - Livro impresso
  9. Dança dos Dísticos, Carvalho Junior - * * * *  (Muito Bom) - Livro impresso
  10. Frau Bovary, Gustave Flaubert - * * * * * (Ótimo) - Ebook
  11. No hay sombra sin luz (poemas), Marta González-Adalid - (Não consegui dialogar com os poemas deste livro, por ser poesia prefiro não avaliar) - Ebook
  12. El jardín de al lado, José Donoso (releitura) - * * * * + (Muito Bom/ Ótimo) - Ebook
  13. El fatal desencuentro, José Valero Cuadra - * * + (Regular/Bom) - Ebook
  14. Die Einsamkeit der Primazahlen, Paolo Giordano - * * * * + (Muito Bom/Ótimo) - Livro impresso (Biblioteca)
  15. La casa verde, Mario Vargas Llosa - * * * * * (Ótimo) - Livro impresso (Biblioteca)
  16. Das Ende des Alphabets, Charles Scott Richardson - * * * + (Bom/Muito Bom) - Livro impresso (Biblioteca)
  17. Un viejo que leía novelas de amor, Luis Sepúlveda - * * * * * (Ótimo) - Livro impresso
  18. La nave de los locos, Gregory Norminton - * * * * (Muito Bom) - Livro impresso (Biblioteca)
  19. Poemas Avulsos, Antonio Sodré * * * + (Bom / Muito Bom) - Livro impresso
  20. Cuentos hispanoamericanos, vários autores - * * * * * (Ótimo) -Livro impresso
  21. Der Circle, Dave Eggers - * * * * (Muito Bom) - Livro impresso
  22. Como agua para chocolate, Laura Esquivel - * * * * (Muito Bom) - Livro impresso
  23. Hot sur, Laura Restrepo - * *  (Regular) - Livro impresso
  24. Leite Derramado, Chico Buarque - * * * (Bom) - Livro impresso
  25. Una habitación propia, Virginia Woolf - * * * * * (Ótimo) - Livro impresso
  26. Se una notte d'inverno un viaggiatore, Italo Calvino - * * * * * (Ótimo, genial, maravilhoso!) - Livro impresso (Biblioteca)
  27. Manuscrito de livro inédito - * * * (Bom) - Ebook
  28. Das geheime Leben der Bücher (Le Libraire), Régis de Sá Moreira - * * * (Bom) - Livro impresso
  29. Macunaíma, Der Held ohne jeden Charakter, Mário de Andrade - * * * * (Muito Bom) - Livro impresso
  30. I Malavoglia, Giovanni Verga - * * *  (Bom) - Livro impresso (Biblioteca)
  31. Dshamilja, Conto, Tschingis Aitmatow - * * *  (Bom) - Livro impresso (Biblioteca)
  32. Historia de una gaviota y del gato que le enseñó a volar, Luis Sepúlveda - * * * * * (Ótimo) Lindo! - Livro impresso
  33. Nach dem Unglück schwang ich mich auf, breitete meine Flügel aus und flog davon, Joyce Carol Oates - * * * *  (Muito bom) - Livro impresso (Biblioteca)
  34. Historia de Mix, de Max y de Mex, Luis Sepúlveda - * * * *  (Muito bom) - Livro impresso 
  35. La Storia, Elsa Morante - * * * *  (Muito bom) - Livro impresso (Biblioteca)
  36. Um útero é do tamanho de um punho, Angélica Freitas - * * *  (Bom) - Ebook
  37. Parceria, Lu Narbot - * * *   (Bom) - Livro impresso
  38. Es waren viele Pferde, Luiz Ruffato - * * * *+  (Muito bom/Ótimo) - Livro impresso
  39. Contos Cáusticos, Marcos Fábio Belo Matos - * * * +  (Bom/Muito bom) - Livro impresso
  40. Der Mann, der Bäume pflanzte, Jean Giono, Bilder von Quint Buchholz - * * * *  (Muito bom) - Livro impresso (Biblioteca)
Melhores leituras do ano
  1. Labirintos Sazonais, Maurem Kayna - * * * * * (Ótimo) - Livro impresso e Ebook - por conta da novidade na forma e na proposta.
  2. La civilización del espectáculo, Mario Vargas Llosa - * * * * * (Ótimo) - Livro impresso - pela sacudida.
  3. Frau Bovary, Gustave Flaubert - * * * * * (Ótimo) - Ebook - pelas redescobertas.
  4. El jardín de al lado, José Donoso (releitura) - * * * * + (Muito Bom/ Ótimo) - Ebook - pelo mergulho no mundo dos exilados e da frustração.
  5. Die Einsamkeit der Primazahlen, Paolo Giordano - * * * * + (Muito Bom/Ótimo) - Livro impresso (Biblioteca) - pela surpresa e pelo mergulho no mundo dos nada normais. 
  6. La casa verde, Mario Vargas Llosa - * * * * * (Ótimo) - Livro impresso (Biblioteca) - pela redescoberta da Amazônia e da prosa do autor.
  7. Un viejo que leía novelas de amor, Luis Sepúlveda - * * * * * (Ótimo) - Livro impresso - pela magia da natureza, pelo clamor do respeito à sabedoria indígena.
  8. Cuentos hispanoamericanos, vários autores - * * * * * (Ótimo) -Livro impresso - pela sensação de nocaute, do fim ao começo.
  9. Una habitación propia, Virginia Woolf - * * * * * (Ótimo) - Livro impresso - pela atualidade das idéias, por tantas revelações.
  10. Se una notte d'inverno un viaggiatore, Italo Calvino - * * * * * (Ótimo, genial, maravilhoso!) - Livro impresso (Biblioteca) - pelo jogo e pela genialidade do autor.
  11. Historia de una gaviota y del gato que le enseñó a volar, Luis Sepúlveda - * * * * * (Ótimo) Lindo! - Livro impresso - pela simplicidade e poder da poesia, ainda que em prosa.
  12. Es waren viele Pferde, Luiz Ruffato - * * * *+  (Muito bom/Ótimo) - Livro impresso - pela competência do autor em retratar um país quase que inteiro em 69 fragmentos afiadíssimos com a realidade atual.
Livros que marquei como "muito bom", mas que me impactaram:
  1. Estado de exilio, Cristina Peri Rossi - * * * * (Muito Bom) - Livro impresso - pela descoberta da força da poesia desta autora.
  2. La tregua, Mario Benedetti - * * * * (Muito Bom) - Ebook - pelo encantamento do amor  na maturidade, pela lucidez.
  3. Der Circle, Dave Eggers - * * * * (Muito Bom) - Livro impresso - pela sacudida mais do que necessária, uma chamada à reflexão sobre o que se tornou a Internet e o que significa estar sempre conectado.
  4. Macunaíma, Der Held ohne jeden Charakter, Mário de Andrade - * * * * (Muito Bom) - Livro impresso - pela ousadia de Mário em brincar com seriedade, pela descontração.
  5. La Storia, Elsa Morante - * * * *  (Muito bom) - Livro impresso (Biblioteca) - por recordar-me que as guerras são A História reciclada... E essa conclusão, ao mesmo tempo que me desperta, me deixa triste demais.

Totais
10 Ebooks da minha biblioteca pessoal
10 Livros impressos pegos em bibliotecas
20 Livros impressos da minha biblioteca pessoal

Beleza! Estou lendo mais dos meus próprios livros.


Autores (incluído livros, contos e poemas avulsos (em Antologias))
  1. Miguel Delibes
  2. Paulo Leminski (Poema3)
  3. Mario Benedetti - 2x
  4. Carlos Ruiz Zafón
  5. Mario Vargas Llosa - 3x
  6. Carvalho Junior (Poema5)
  7. Gustave Flaubert
  8. José Donoso
  9. José Valero Cuadra
  10. Paolo Giordano
  11. Charles Scott Richardson
  12. Luis Sepúlveda- 4x
  13. Gregory Norminton
  14. Antonio Sodré (Poema6)
  15. Horacio Quiroga
  16. Jorge Luis Borges
  17. Alejo Carpentier
  18. Julio Cortázar
  19. Adolfo Bioy Casares
  20. Juan Rulfo
  21. Gabriel García Márquez
  22. Carlos Fuentes
  23. Dave Eggers
  24. Chico Buarque
  25. Henrique Mendes (Poema7)
  26. Italo Calvino
  27. Régis de Sá Moreira
  28. Mário de Andrade
  29. Heitor Herculano
  30. Giovanni Verga
  31. Tschingis Aitmatow
  32. Luiz Ruffato
  33. Marcos Fabio Belo Matos
  34. Jean Giono

Autoras (incluído livros, contos e poemas avulsos (em Antologias))
  1. Cristina Peri-Rossi (Poema1)
  2. Sigrid Spolzino (Poema2)
  3. Maurem Kayna - 2x
  4. Elsa Osorio
  5. Isabel Allende - 2x
  6. Samara Bassi (Poema4)
  7. Marta González-Adalid
  8. Laura Esquivel
  9. Laura Restrepo
  10. Virginia Woolf
  11. Juliana Gervason (Poema8)
  12. Joyce Carol Oates
  13. Elsa Morante
  14. Angélica Freitas
  15. Lu Narbot

Li mais homens que mulheres, mas a tendência é inverter isso. Ler mais mulheres é a meta para 2016.

© 2014-2016 Helena Frenzel. Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons - Atribuição - Sem Derivações - Sem Derivados 2.5 Brasil (CC BY-NC-ND 2.5 BR). Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito à autora original (Para ter acesso a conteúdo atual aconselha-se, ao invés de reproduzir, usar um link para o texto original). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.